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Quinta-feira, Fevereiro 27, 2003
Grandes momentos da vida confirmados (alguns perdem a validade) - Madrugada, depois de sair do trabalho um compromisso: entrar em um estúdio pra fazer música. Ou melhor, gravá-las. Já passei por isso antes, alguns anos e sonhos atrás. O cansaço no final da noite tinha gosto de pizza. Mas era muito bom. Uma música é como uma filha(deve ser), que você vai vendo crescer e se orgulha até ao ponto e principalmente nesse ponto, em que ela não lhe pertence mais, ou melhor, você perde o controle sobre ela, sobre os seus passos, pra onde ela vai agora.
Nos últimos dias, revivo essa sensação. E ela se confirma a cada instante: veio pra ficar.
Abaixo a foto do Shimaichel, parceiro musical e "tiórico".

PABLO ALCANTARA 2/27/2003 06:01:36 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 24, 2003
Dedos afoitos - Hoje recebi um e-mail que me fez bem imensamente. Daqueles que quando você vê na caixa postal, se move com extrema rapidez do dedo acionando o mouse, e espera que o PC atue de mesmo modo. Pra completar o momento feliz, você percebe que além de ois, abraços e como vais, o e-mail tem conteúdo. E na boa, relembrar um sonho que tive ainda no ano passado e comentá-lo ipslitre, foi inesperado, saudoso e sensacional. Se eu tivesse tempo (ave ao ócio criativo), até respoderia gente que tô sumidasso e quem sabe proporcionaria um alento, ou no mínimo dedos rápidos e afoitos acionandos mouses.
PABLO ALCANTARA 2/24/2003 08:41:34 PM
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Sábado, Fevereiro 22, 2003
Meu amigo Vostradeis disse -
ÓDIOS INCONFESSOS: Militar metido a machão, burro metido a sabido e mulher metida no cifrão.
PABLO ALCANTARA 2/22/2003 03:34:22 PM
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Sexta-feira, Fevereiro 21, 2003
E agora, Pablo?
Olha, hoje nada mais me interessa.
Constatação: Ela é a única que me desperta a intenção de lhe fazer a mulher mais feliz do mundo.
Ela é a única que me desperta a impressão de que: essa é a mulher da minha vida.
Se Ela for ela mesma, só ela, se isso acontecer, eu serei o homem mais feliz do mundo.
PABLO ALCANTARA 2/21/2003 03:48:37 PM
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Ti Fiico - Existe uma sabedoria familiar que foi passada pelo Ti Fiico, chegou ao meu pai e ele me passou:
Não pegue o sereno da noite
não perca o da madrugada,
não discuta com ninguém
não faça misturada
Coisa tipicamente mineira
PABLO ALCANTARA 2/21/2003 03:35:14 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 20, 2003
Some people like rock, some people like roll, but movin and groovin i'm gonna satisfy my soul - "A música rock veio mudar as tradicionais músicas dos homens de negócios para uma música mais livre e sem preconceitos. A música rock reflete um comportamento erótico, para alguns destrutivo, mas na minha opinião é apenas um meio de desabar as estruturas. A música americana popular até mais ou menos 1960 estava prêsa aos empresários, homens de negócios que comandavam toda a publicidade da TV, que mandavam e desmandavam nos artistas, e isso não dava liberdade artística para os compositores. A música rock trouxe uma nova concepção de som e música."
( Redação de português - Cazuza, aos 13 anos )
É lógico que isso aí acima é mais uma utopia juvenil de um futuro poeta. Ave as utopias juvenis. É lógico que a música rock, como chamou o jovem Cazuza, é hoje presa aos empresários e homens de negócio e mega-gravadoras. É lógico que existe muita picaretagem e enganação. É lógico que ainda existe gente que respira a liberdade artística. Mas se tem uma coisa que me irrita é quando ouço, leio, a expressão "os The Fulanouskes ou os The Ciclives vieram salvar o rock". Salvar a merda do rock de que? Das gravadoras, da MTV, das rádios, das revistas e dos egos dais quais essas próprias bandas fazem parte e conduzem?
É triste e patético costatar que enquanto esses magricelas (diga-se: adoro escutar o disco do Strokes) branquelas (diga-se: uso filtro 50 todos os dias) se tornavam salvadores do rock, porque simplesmente faziam rock simples, titio Paul Maccartney lançava o dsico Run Devil Run. Do qual o meu beatle favorito tocava juntos com outros senhores (Davd Gilmor por exemplo) coisas que os e nos salvaram do tédio.
Na verdade, toda essa conversa é pra citar esse disco que tava ouvindo hoje: Run Devil Run

PABLO ALCANTARA 2/20/2003 08:07:17 PM
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Carpe Diem - Lembre-se todos os dias que um dia você não terá outro dia pra se lembrar de que não terá outro dia. Só Hoje.
Essa aí é do Leminski:
esta vida é uma viagem
pena eu estar
só de passagem
Paulo Leminski
PABLO ALCANTARA 2/20/2003 03:33:10 PM
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Quarta-feira, Fevereiro 19, 2003
Como ser legal - É engraçado como a literatura e a música se intrometem na vida da gente sem pedir a menor licensa. Basta elas olharem pela janela o vulto de um momento pra enviarem na hora, no mesmo dia, um petardo sonoro ou literário que lhe diga mais. Mas eu não trocaria essa sensação. Quem já leu Nick Hornby sabe do qeu eu tô falando. E não é só no Alta Fidelidade que eu me identifiquei e fui identificado por um personagem, neste caso, que mantem a vida sob alguma trilha (trocadilho do caralho com trilhos) sonora. Tô lendo o "Como ser legal" e lá também fui identificado. Pra quem leu e pra quem (ainda) não leu: David é marido de Katie. David escreve uma coluna semanal em um jornal sobre tudo que o irrita. Em determinado momento David é tocado (quem leu, vai entender) e muda. Muda tudo. Fica zen com o mundo azul. Ele abandona a coluna porque sabe que não tem mais razão daquilo existir. Eu não vou acabar com o Blog. Mas me identifiquei.

PABLO ALCANTARA 2/19/2003 08:35:41 PM
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Terça-feira, Fevereiro 18, 2003
Tá dibais - Basquete: Uberlândia mantém invencibilidade
Time mineiro derrota o Vasco por 83 a 81 no Rio e segue líder com nove vitórias no mesmo número de jogos (Lancepress!)
O Uberlândia manteve a liderança invicta do Campeonato Nacional masculino de basquete. Na manhã deste domingo, o time mineiro derrotou o Vasco por 83 a 81 no Ginásio de São Januário, no Rio de Janeiro. O cestinha do jogo foi o americano Charles Byrd, do time carioca, com 36 pontos.
Com o resultado, o Uberlândia chegou à nona vitória e tem agora 18 pontos. O Vasco perdeu o sexto jogo em dez disputados e deve sair da zona de classificação após o complemento da rodada, ainda neste domingo.
No outro jogo desta manhã, o Ajax derrotou o Campos por 99 a 92, fora de casa, e assumiu a vice-liderança com 17 pontos, tendo vencido sete dos dez jogos disputados. A equipe do norte fluminense, que também já disputou dez partidas, sofreu sua sexta derrota.
PABLO ALCANTARA 2/18/2003 03:57:59 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 17, 2003
Saudade - Acabei de ler esse texto abaixo em meu e-mail. Logo agora, que eu me transformei nas últimas horas desse dia em uma manteiga prestes a derreter. Deve ser a lua.
gordas, saudade.
"Acabo de ler esta parte do Tao no blogg do meu irmão. A espera. E me deparo com a minha certeza (a qual justifica minha preguiça) de que tudo está ou estará nos seus devidos lugares no seu devido tempo. E o que não está, isso "passará... e eu passarinho". Como disse a personagem do Saramago: "Algumas coisas são só para amanhã... outras só para depois de amanhã". Acredito tanto nisso que deixo a vida me levar (sabedoria botequiniana do Zeca Pagodinho). Deixo as coisas irem se decidindo por elas mesmas. Mas isso não significa ficar com a bunda em algum sofá. É preciso querer que elas se decidam e ajudá-las, ajudar-se. Pois é, acabo de ler aquilo no blogg do meu irmão e eis que escuto no radio (um radio velho que deixaram aqui no laboratório para diminuir o tédio e que eu me lembrei de ligar quando voltei do almoço) aquela música do Milton, Caçador de mim. De repente fiquei mais tranquila e toda a minha apatia e preguiça e desânimo por ter que sair procurando apto para alugar nessa Brasília imensa e esquisita e matemática foi-se embora. Caçador de mim tocou em outros momentos da minha vida como um sinal. Quando ia me mudar de cidade pela primeira vez na vida ela tocou no radio de alguém que estava exatamente me dando uma carta de referência para que eu conseguisse o trabalho fora. Quando ia me mudar para Holanda, ela tocou no radio da agência de turismo no exato momento em que eu comprava minha passagem. Hoje, já me mudei de novo. E ela tocou de novo. Para mim, um prenúncio de que a vida segue seu caminho, de que eu sigo meu caminho, de que as coisas se decidem. Valeu, Milton! Valeu, gordão!"
que beleza, isso é que faz o mundo valer a pena.
PABLO ALCANTARA 2/17/2003 10:09:24 PM
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Sexta-feira, Fevereiro 14, 2003
Eu e o Toiça - Às vezes eu sou praticamente uma lesma social. Demoro muito tempo pra dar um sinal pros entes queridos. Não é preguiça, não é desconsideração, pelo contrário. Na verdade acho que quanto mais tempo você fica longe dessas pessoas, maior é a satisfação que tenho que dar no reencontro. E isso é um saco. Pra colocar a sua vida em dia na vida de alguém não pode ser em um dia qualquer. Parece Gessinger, mas é verdade. Mas como continuo zen, amanhã, resolvi que vou fazer uma visita aos que dividem meu sobrenome aqui em Goiás.
PABLO ALCANTARA 2/14/2003 11:51:50 PM
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Como diria o Camelo: Ligue-ligue-ligue-para mim! - Que beleza! Consegui acrescentar o Comments no blog. Agora vou poder saber que tipo de cefaléia incomoda a cabeça das testemunhas que leêm isso aqui. Agradecimentos: Valeu Tati! A prima da Dani-Gorda!
ô Dani-Gorda, eu sei que você fica rindo de seu primo gordo aí, né banha!?
Tochão!!!
PABLO ALCANTARA 2/14/2003 11:35:34 PM
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Será que vai? - Tentando acrescentar uns coments.
PABLO ALCANTARA 2/14/2003 11:29:25 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 13, 2003
Love Vigilants - Alta noite já se ia, e nas caixas acústicas New Order. Me lembra os anos 80, anos 80 me lembram minhas tardes de "sessões da tarde", me lembra um dos filmes de todos os tempos da vida pabliana, "Ferris Bueller day off", ou "Curtindo a vida adoidado". E postar a letra dessa música aqui me lembra que eu continuo zen.
"Bizarre Love Triangle"
Every time i think of you
I feel shot right through with a bolt of blue
It's no problem of mine but it's a problem I find
Living a life that I can't leave behind
There's no sense in telling me
The wisdom of a fool won't set you free
But that's the way that it goes
And it's what nobody knows
While every day my confusion grows
Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'm waiting for that final moment
You'll say the words that I can't say
I feel fine and I feel good
I'm feeling like I never should
Whenever I get this way, I just don't know what to say
Why can't we be ourselves like we were yesterday
I'm not sure what this could mean
I don't think you're what you seem
I do admit to myself
That if I hurt someone else
Then I'll never see just what we're meant to be
Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'm waiting for that final moment
You'll say the words that I can't say
PABLO ALCANTARA 2/13/2003 12:11:22 AM
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Quarta-feira, Fevereiro 12, 2003
Aí é que está o porém da coisa - HSU/A ESPERA - A água acima, no céu, toma a forma de nuvens. Quando as nuvens se elevam, a chuva não tarda; assim todas as coisas, sem exclusão, são alimentadas e favorecidas. Não há nada a fazer senão esperar que a chuva caia. O mesmo ocorre na vida, quando o destino articula seus movimentos. Não se deve ceder a preocupações nem procurar moldar o destino com intervenções prematuras. Ao contrário, deve-se, com tranqüilidade, fortificar o corpo, comendo e bebendo, e o espírito, através da alegria e do bom humor. O destino virá no seu tempo devido e então se estará preparado.
Esse aí é um provérbio chinês, taoísta. O taoismo é legal porque nem mesmo um "Deus" ele explica. O Tao é o caminho, e nele segue-se o fluxo de todas as coisas, naturalmente. É tudo muito zen, é tudo muito azul. É como eu queria levar a vida. Mas a minha consciência é ocidental demais e sempre quer se intrometer com pragmatismos muitas vezes desgovernados e desesperados. O carro na frente dos bois. Eu não sou inconsequente, nem traumatizado, sou feliz e calmo. Mas poderia ser menos ansioso e atrapalhado.
jachan
PABLO ALCANTARA 2/12/2003 04:15:15 PM
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Terça-feira, Fevereiro 11, 2003
Você está Crescendo ? - A vida adulta é engraçada, mais do que a infância. Porque na infância eu chorava das tragédias (cair e me machucar, dar bandeira, dar "rata", se dar mal) e na vida adutla eu acho o trágico engraçado.
Mas o que que é ser adulto? Pagar conta? Fazer discurso? Ganhar dinheiro? Compenetrar-se em seriedade? Mas não existe evolução na vida adulta, ou ao se envelhecer. Não existe essa premissa de que melhoramos quanto mais o tempo passa. Cada um é cada um. Tem seres que pioram. E pioram quanto mais o tempo passa, se levam a sério.
Há muito tempo não vivo mais sobre o calor e a proteção do útero de mamãe, e freudianamente falando já cortei cortei o cordão umbilical, mas às vezes, ainda tenho cara de bebê em ultra som.

PABLO ALCANTARA 2/11/2003 02:08:36 PM
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Caladão - E o silêncio continua, meus amigos.
PABLO ALCANTARA 2/11/2003 01:53:08 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 10, 2003
Talking about love, honey - Encontrei um rival dentro de mim, um rival cheio de insegurança, e insegurança pra o assunto de que se trata aqui eu nunca tive nem mantive. I¿m talking about love, honey. E o mais engraçado é que a reserva patética e repressora é proporcional ao amor, grande. Muito grande. Mas nada disso é real o bastante pra me afastar dela, oras. Confesse, nem precisa cair de joelhos: as pessoas tem uma mania de fazer joguinhos, de se esconder, de se preservar. Por alguma razão otimista, ou a genética paterna de novo, eu estabeleci uma teoria para me convencer do contrário, de que nenhum medo é preciso. A teoria é: fale, mostre o que você sente por quem ama. Apresente toda a medida do que sente sem roubar, pra menos ou pra mais. Contra indicações: você pode afastar alguém. Mas saiba que essa bactéria não te merece. Quer saber? Se deu mal? Mesmo assim, não desista. E quando você encontrar alguém, assim como você, vai ser maravilhoso. É, eu sei, é otimismo puro. Mas é por isso que eu to aqui. Às vezes, eu poderia apenas segurar a sua mão e você saberia que eu sou o homem que te ama.
PABLO ALCANTARA 2/10/2003 11:51:31 PM
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Sábado, Fevereiro 08, 2003
Shubi-ru-ru, santo remédio! Não tenho muito o que falar, até porque sinto uma bateria de escola de samba dentro da cabeça, ou seja, cefaléia.
Hoje já é sábado e eu ainda estou no trabalho. Mas isso tudo é só pra lembrar que todos precisamos de muletas, pequenas coisas que servem de analgésico imediato. 99,9% das vezes é sempre alguma bobeira que me salva. Acabei de me lembrar de uma música que não ouvia há muito, mas gosto proporcionalmente a esse tempo. Não vou falar nessa linha aqui, o que é e quem canta. Mas queria dizer que além disso, gosto também de Brian Adams e Bon Jovi.
Bombon de Azucar (Ricky Martin)
Hoy alce mi voz,
Gritando a la ciudad,
Pues nunca me hablo de ti,
Pues tu llegaste y me cambiaste la ansiedad,
Con mucho "love and peace".
Pues me haces reir,
Me haces llorar,
A las demas discriminar,
Es lo que me haces tu.
En una cuerda floja caminar,
Y por ti hasta matar,
Es lo que me haces tu.
Y yo no pense que fuera a ser asi,
Mi cuerpo adicto a ti,
Es lo que me haces tu.
Uy, uy, uy, uy, uy
Y yo no pense que fuera a ser asi,
Mi cuerpo adicto a ti,
Eres tu...
Shubi-ru-ru bombon de azucar,
Shubi-ru-ru bombon de azucar,
Shubi-ru-ru bombon solo tu.
Yo se que a veces soy dificil de entender,
Pero tu siempre me comprendes,
Y cada vez que disfruto de tu presencia, esencia
Hace brillar tu ausencia,
Cuando no estas
Pues me haces reir...
En una cuerda floja caminar...
PABLO ALCANTARA 2/8/2003 12:11:00 AM
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Quinta-feira, Fevereiro 06, 2003
Refrao grudado nas ceras do ouvido - "Baby, you re so free, and you dont understand" - Cosmic Rough Riders
PABLO ALCANTARA 2/6/2003 02:36:01 PM
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Se não mata, também não engorda - Vida de repórter não é fácil não. Imaginem: quarta-feira à noite, jogo entre clubes de segunda categoria do futebol tupiniquim. A única perspectiva é ir dormir tarde pra caralho, só depois de escrevinhar a matéria (mas isso é diversão). Cheiro de xixi de bactéria (cerveja) no ar, cigarro paraguaio e palavras ferozes de torcedores exaltados. Tudo no ar. Isso tem que ter uma recompensa, certo?
Pois é, e ela tem um nome: churrasquinho de gato. O negócio cheira longe. E pra mim, falando sério, é um dos cheiros de alimento que mais desperta as lombrigas. Não dá outra, é tradição mandar um pro bucho. Azar dos naturalistas.

PABLO ALCANTARA 2/6/2003 12:55:00 AM
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Quarta-feira, Fevereiro 05, 2003
Cozinha maravilhosa - O café é o sabor dos sabores, o aroma dos aromas e só ele ativa os neurônios de forma pacata e ao mesmo tempo congestionante.
A cura da letargia. E além de tudo, ao lado do omelete com queijo, o bauru com bananas e queijo, o mousse de maracujá e brevemente o chandelle caseiro, é um dos poucos alimentos que sei preparar.

PABLO ALCANTARA 2/5/2003 01:31:41 AM
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Fome - Tenho dor de cabeça, e a fome é a causa.
PABLO ALCANTARA 2/5/2003 12:38:30 AM
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Para queimar a pestana tomando algum chá em uma casa com um luar de agosto - Pensar torna o homem sábio, sabedoria faz vida tolerável.
PABLO ALCANTARA 2/5/2003 12:14:10 AM
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MOMENTO MATHEUS BOY 3 - Ana Paula Padrão vai-toma-no-mey-do-seu-cú
PABLO ALCANTARA 2/5/2003 12:06:04 AM
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Terça-feira, Fevereiro 04, 2003
Um babaca de um romantico redundante - Meus primeiros textos, escritos lá pelos 11 anos, não foram sobre amor. Lembro de um sobre o Top, meu cachorro de estimação. Lembro de um sobre ecologia. Meus primeiros textos não foram sobre uma garota que eu queria, e não tive. Lembro da emoção quando minha professora colou meu texto no mural pra todos lerem. Eu era um exemplo. Meu coração batia, batia forte, no melhor estilo romântico. Eu também me lembro de um texto pra uma garota que eu queria, e não foi minha. Desprezível descoberta do que seja lá o que for chamado de amor pelos românticos da Europa do século 17. Aquilo não era arte. Eu queria ser ouvido. O texto ecológico para a professora mineira das ancas largas, era arte. Eu queria ser bom. O texto pra menina era uma expressão de um anseio interior, sem dúvida. Mas era a expressão de um anseio esgotado, explorado e explorado e explorado à exaustão durante séculos de desabafos subjetivos. Era um texto piegas, pedante, redundante. Até hoje tento fazer isso. A verdade é que, em meio a pragmatismos, nossa geração sempre se sente sozinha de vez quando. Ninguém superou a constatação de que todo mundo sofre por amor. Há outras coisas ocorrendo à nossa volta, minha gente! Mas quer saber de verdade o que acho? O que escrevi linhas atrás não rogo em minha prece. Debaixo de centenas de anos de ibéricos fados chorosos e flamencos raivosos que habitam minhas células o sangue ainda sobrepõe-se ao óleo, o grito ao pensamento, a paixão à razão. Não estou acomodado e serei sempre píegas e redundante quanto ao meu coração. É burro quem acha que uma revolução pode acabar com o romantismo. Não existe porra de momento histórico especial, onde deixaremos de choramingar o romantismo. E tenho dito.
PABLO ALCANTARA 2/4/2003 11:57:18 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 03, 2003
Saudade via forwards - Só vai aumentando a lista de gente que eu conheci de perto e que vai ficando pelo mundo distante de onde vivo hoje. A minha displicência em manter contato com esse povo é absurdamente grande.
Muitas vezes, à noite, atraso uma hora meu sono, só de lembrar que no dia que passou não mandei uma notícia, um oi, pra pessoas que merecem. Fazer o que se as vezes dá preguiça de escrever um e-mail?
Não escrevo. E muito menos envio correntes, piadas, forwards. É claro, vez ou outra, você envia um negócio que acha legal, que o receptor certamente merece ler. Mas por favor, se você quiser demosntrar que está vivo, que ainda existe e que tá na área, mande simplesmente um: "Oi, Fulano. Saudade de você. Beijo. Tchau." Cativante.
PABLO ALCANTARA 2/3/2003 02:24:50 PM
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